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Motivação

Aprender é uma arte contínua de pesquisa, interesse e satisfação em busca o novo...
Se paramos corremos o risco de nos contaminar com a letargia da insatisfação...
Por issso, o processo de aprendizagem é algo prazeroso, que nos reporta a ser amante eterno das novas descobertas.
Este blog não é meu, é nosso, assumo apenas a responsabilidade de brincar um pouco com a tecnologia.
Sejam todos bem vindos!

Motivação


Talvez o primeiro ponto que há de se entender, em relação ao consumidor, seja a motivação. Com raras exceções, um ser humano não consumirá nada se não estiver motivado a comprar.

A motivação envolve atividades as quais nos levam a um determinado objetivo. Podemos nos tornar motivados ou estimulados por meio de necessidades internas ou externas que podem ser de caráter fisiológico ou psicológico.

Se por algum motivo, ficarmos sem tomar água por algum tempo, o nosso organismo reagirá de uma forma tal que, constantemente, nos sentiremos compelidos a buscar nosso objetivo, ou seja, saciar a sede. O comportamento motivado tenderá a prosseguir até que nosso objetivo seja alcançado, de forma a reduzir a tensão que estamos sentindo.

Muitas vezes conseguimos driblar a necessidade com outro aspecto. Se estamos com sono, por exemplo, todo nosso comportamento se voltará a perseguir o objetivo de acabar com o sono, ou seja dormir. Se, no entanto, alguma outra coisa nos motivar – um filme na televisão, por exemplo, ou uma reunião de amigos – o nosso comportamento fará com que os sintomas de sono sejam temporariamente esquecidos.

A estimulação interna, no entanto, pode não ser de ordem fisiológica, remetendo o indivíduo à fantasia. Mesmo sem estar com sede, ao imaginar uma garrafa de Coca-Cola gelada, pode me fazer sentir todos os sintomas da sede, desta vez não porque meu organismo necessita de água, mas porque a minha imaginação pôs em funcionamento os mecanismos do corpo que me fariam sentir a mesma sede.

Da mesma forma, um estímulo externo, como a visão de um grupo de amigos tomando uma cerveja, pode ocasionar os mesmos sintomas.

Nos três casos sempre haverá uma espécie de aprendizado adequado à satisfação de saciar a sede. Haverá então uma vontade que se manifestará de forma física, o que nos fará ir ao bar ou supermercado mais próximo e comprar um refrigerante ou cerveja.

Estes exemplos se baseiam em impulsos que se manifestam de forma fisiológica. Grande parte dos nossos impulsos nos remetem, em sua origem, a saciar as necessidades básicas, como a sede, sono, fome, proteção do corpo contra frio, calor e outros.

Poucos estudos se fizeram em relação ao consumidor sobre estas necessidades, que são consideradas básicas. Sabe-se muito sobre as necessidades de comer, beber, dormir, mas, na realidade, não interessa à sociedade de consumo que um ser humano tem que comer, beber ou vestir algo. O que interessa na realidade, ao mercado, é o estudo do que comer, o que vestir e o que beber, ou quando uma pessoa escolhe determinado alimento ou bebida para saciar a sua fome e sede, entender quais foram os motivos que levaram a pessoa àquela escolha. Estas são as necessidades secundárias, que englobam hábitos alimentares orientados por normas, princípios e valores de uma determinada sociedade ou grupo social.

Estas necessidades são de origem psicológica ou social. Sentir sede, por exemplo, é uma necessidade biológica, é uma necessidade básica. Não tomar refrigerantes para poder emagrecer, no entanto, é uma necessidade de cunho social.

Usar um casaco no frio é necessidade básica. Usar um casaco Pierre Cardin de 3.000 Reais é uma necessidade de aceitação social, ou secundária.

O mais interessante é que as necessidades primárias não interferem na escolha ou determinação de um produto. As secundárias, sim. Todos sabem que, antes de morrer de fome, um ser humano se submete a comer coisas que não comeria em sua sã consciência, quando houvessem outras opções. No dia a dia, entretanto, as necessidades secundárias agem de forma inesperada no indivíduo, fazendo-o escolher determinada marca de alimento, bebida ou roupa, sem ao menos saber por que.

Fonte

SERRANO,Daniel Portillo. Motivação. Disponível em:

. Acesso em: 16 ago. 2005.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Criatividade Coaching

Eros en el contexto laboral:
un enfoque desde el Coaching
El Coaching para combatir el desequilibrio entre la vida laboral y personal.

Miguel J. Roldán / Coach Presidente de TISOC
Una de las peticiones más importantes que nos hacen las organizaciones a TISOC, en los tres últimos años, es, como podemos apoyarles mediante el Coaching en que sus empleados y directivos logren un mayor equilibrio entre su trabajo y su vida personal.
Desde luego, el asunto es relevante, por varios motivos: 1. es este uno de los factores más importantes a la hora de obtener resultados satisfactorios de clima laboral, 2. una vez satisfechos los factores higiénicos en el trabajo (salario, estabilidad...), la motivación real depende de factores emocionales y para eso es fundamental el equilibrio. 3. la empresa que consigue este equilibrio mejora significativamente sus rendimientos en productividad, ventas y rentabilidad.
El Coaching permite el desarrollo de esquemas y nuevas actitudes para que de verdad, y no solo como "escaparate", la vida de las personas en la organización este auténticamente equilibrada.
Para mas información sobre los programas de Coaching de TISOC para organizaciones dirígete a coaching.corporativo@tisoc.com
Les recomiendo este artículo de Ariel Orama que tiene mucho que ver con lo que estamos hablando: ¿cómo equilibrar la vida personal y el trabajo?
Eros en el contexto laboral
He decidido no hablarles de acoso laboral. Menos aún, de los gajes pasionales de Cupido en sus paseos por la oficina. Según cuenta la mitología griega, Eros -al igual que Afrodita- era venerado en el territorio de los mortales como el dios del amor; no obstante, a esta deidad también se le atribuían otros asuntos de vital importancia, tales como la fertilidad, la energía creativa y el orden en los asuntos de la naturaleza. Es muy probable que ya comencemos a respirar cierta dosis de amor en el ambiente. ¿De qué manera podemos operacionalizar la energía del amor dirigida al desarrollo profesional? ¿Cómo Eros puede beneficiar nuestro contexto laboral? A continuación, desde el enfoque del Coaching, algunas sugerencias para impregnar nuestro trabajo con esos aires rojizos que caracterizan la buena energía de Eros:
Para leer este artículo completo pincha aquí.
Ariel Orama, es Psicólogo Clínico y Coach Certificado por TISOC. Sus apariciones y artículos en los medios de comunicación de su país, Puerto Rico, son muy frecuentes y es una persona eminente en el desarrollo de técnicas creativas, Crea.tu.Universo. En este momento y junto a su amigo, el conocido artista puertorriqueño, Ektor Rivera, preparan para TISOC, un nuevo programa de Coaching Crëativo, a partir de su marco teórico denominado Sinapsis Crëativa - SC©, creemos que revolucionario, que se va a ofrecer a partir del segundo trimestre de 2011.

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